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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Hubble bubble

Hoje, a NASA divulgou uma imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble mostrando uma "bolha" de gás remanescente da explosão de uma estrela de grande massa – uma supernova.

SNR 0509 fotografada pelo Hubble (Foto: Hubble / NASA/ESA)

SNR 0509 está á 160 mil anos-luz, na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea. A "bolha" tem 18 anos-luz de diâmetro e se expande a 11 milhões de km por hora.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Hubble clica N11

Uma nova foto do Telescópio Espacial Hubble está entre as mais detalhadas imagens já obtidas de uma nebulosa. O equipamento registrou N11, na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia-satélite da Via-Láctea.

N11 em nova fotografia pelo Hubble (Foto: Jesús Maíz Apellániz, Instituto de Astrofísica de Andalucía) / NASA / ESA)

sexta-feira, 23 de abril de 2010

NASA divulga imagens para comemorar o 20º aniversário do Hubble

A NASA divulgou imagens históricas do Telescópio Espacial Hubble para comemorar os 20 anos de seu lançamento. Clique aqui para ver uma galeria na FolhaOnline.

A imagem abaixo mostra uma pequena parte de Eta Carina. Uma nuvem de poeira, hidrogênio e plasma onde estrelas se formam freneticamente.

Parte de Eta Carina em foto feita pelo Hubble (Foto via R7)

sábado, 10 de abril de 2010

'Palavra' de abril

Neste mês, o Hubble completa duas décadas na órbita da Terra. A "Palavra do editor" traz a história do telescópio antes do lançamento.

Clique na imagem abaixo e confira "Hubble, 20 anos em órbita"!

HUB20

Veja também a de maio de 2009: "Olhos no céu"

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Hubble fotografa M66

O Telescópio Espacial Hubble registrou uma galáxia que tem uma estrutura bem estranha, com "braços" assimétricos e centro deslocado. Essa forma bastante incomum é causada pela gravidade de outras duas galáxias próximas. Juntas, as três formam o Trio do Leão.

M66 em imagem feita pelo Hubble (Foto via R7)

A galáxia "torta", M66, está a 35 milhões de anos-luz da Terra, na constelação de Leão. Com 100 mil anos-luz de diâmetro, ela é maior do trio. Ela tem braços em formato de espiral que ao mesmo tempo são assimétricos, o que é quase exclusivo. Usualmente, nuvens densas de gás, poeira e estrelas recém-nascidas rodeiam o centro de forma simétrica. Não é o caso da M66.

Segundo astrônomos, isso ocorre porque a M66 foi distorcida pela força gravitacional das outras duas – M65 e NGC 3628.

Como se não bastasse, a M66 ainda tem um outro recorde. Já teve três supérnovas desde 1989 – a última em 2009.

sábado, 20 de março de 2010

Imagem 3D mostra interior da M42

Uma imagem divulgada nesta sextapela NASA mostra um cânion de gás e poeira Nebulosa de Órion (Messier 42), a 1.500 anos-luz da Terra.

Vista tridimensional da Nebulosa de Órion, M42 (Foto: G. Bacon, L. Frattare, Z. Levay, e F. Summers / STScI - AURA / NASA)

A imagem foi produzida por especialistas em visualização científica do STScI (Space Telescope Science Institute, Instituto de Ciência de Telescópios Espaciais) em Baltimore (EUA), que criaram um modelo computacional em 3D a partir de registros do Hubble.

A viagem de quatro minutos pelo cânion cobrem os 15 anos que a luz leva para cruzar o sinuoso vale.

A cena faz parte do "Imax Hubble 3D", filme de 43 minutos que estreou nesta sexta nos EUA. Para algumas sequências, os especialistas em imagem do STScI desenvolveram novas técnicas para transformar registros 2D em imagens em 3D.

"Missão de reparos ao Hubble estreia em IMAX 3D", 16/03/2010

terça-feira, 16 de março de 2010

Missão de reparos ao Hubble estreia em IMAX 3D

Um documentário em 3D sobre a missão STS-125 chega aos cinemas IMAX dos Estados Unidos nesta sexta. A missão ocorreu em 2009 e teve como objetivo reparar o Telescópio Espacial Hubble.

Narrado por Leonardo DiCaprio (que está atulamente nas telonas com "Ilha do Medo"), "IMAX: Hubble" promete, segundo a revista "Variety", ser um delírio visual para fãs de ciência e astronomia.

Astronauta realiza reparo no telescópio Hubble em cena de nova produção para IMAX 3D (Foto: Divulgação)

Para documentar o processo, uma câmera IMAX 3D foi instalada na estrutura do telescópio, que tem o tamanho de um ônibus. Os diretores do documentário ensinaram os astronautas a operar o equipamento.

DiCaprio narra documentário em 3D sobre o Hubble (Foto: Divulgação)

Segundo resenha da revista, que assistiu a uma pré-estreia da produção, as imagens são "puras e vivas" e aproveitam o potencial da tecnologia 3D, dando à plateia a sensação de estar próxima à missão, com objetos "sobrevoando" a audiência.

Confira o trailer abaixo.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Hubble revela mudanças de cor em Plutão

A NASA divulgou nesta quinta-feira o mais detalhado conjunto de imagens já feito sobre o Plutão. As fotografias foram tiradas pelo Telescópio Espacial Hubble.
 
Em termos de cor da superfície e brilho, a paisagem é complexa e variada, com áreas brancas, laranja-escuro e preto-carvão. Pesquisadores acreditam que uma radiação UV do Sol distante interagindo com o metano na superfície de Plutão produza resíduos pretos e vermelhos ricos em carbono.
O planeta anão passa por mudanças sazonais na cor e brilho de sua superfície. Plutão ficou mais vermelho, enquanto seu hemisfério norte, mais iluminado, fica mais brilhante. Por outro lado, o hemisfério sul se tornou mais escuro.
A mudança aconteceu entre 2000 e 2002.
Provavelmente, tais mudanças são consequências da sublimação de gelo superficial no polo que recebe a luz do Sol e congelamento no outro polo, enquanto o astrovai para a próxima fase de seu ciclo de 248 anos.
O disco da segunda imagem tem uma mancha brilhante misteriosa que é, de modo incomum, rica em uma espécie de "geada" de monóxido de carbono.
A NASA faz compara: Plutão tão pequeno e distante que observar sua superfície é "tão desafiante como tentar ver marcas em uma bola de futebol a 60 quilômetros de distância".

(Fotos: NASA, ESA e M. Buie)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Hubble fotografa o centro da galáxia

Uma imagem da Via Láctea obtida pelo Telescópio Espacial Hubble mostra uma nova população de estrelas maciças na parte central da galáxia. Esses astros têm pelo menos oito vezes a massa do Sol e são milhares de vezes mais brilhantes.

Obtida com sensores infravermelhos, a foto mostra também estruturas formadas por gases quentes e carregados de íons que rodeiam o local, distante a 300 anos-luz da Terra.

Nova imagem em infravermelho do centro da Via Láctea obtida pelo Hubble (Foto: NASA, ESA, Universidade de Massachusetts e Caltech/Divulgação)

De acordo com a NASA – que gerencia o Hubble junto com a ESA – essa é a imagem mais bem-definida do centro de nossa galáxia obtida em infravermelho, e pode servir para explicar melhor como as estrelas maciças se formam e influenciam o violento núcleo de outras galáxias.

A foto é um mosaico de 2.304 captações de luz obtidas entre junho e fevereiro de 2008.

Hubble faz foto rara de colisão de asteroides

Em janeiro, o Hubble fotografou uma estranha cauda forma de "X".

P/2010 A2, com cauda que pode ser resultado de colisão (Foto: NASA, ESA, D. Jewitt (Universidade da Califórnia, Los Angeles))

Ela pertence a um asteroide chamado P/2010 A2. Ele está no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter. Quando foi fotografado, estava a 144 milhões de quilômetros da Terra.

Quanto à auda,  acredita-se que ela tenha sido criada pela colisão de dois asteroides. Pesquisadores já imaginavam que o fenômeno fosse comum nessa região, mas jamais viram acontecer.

Segundo a NASA, colisões de asteroides liberam muita energia, com um impacto que ocorre a uma velocidade que é cinco vezes maior do que a de uma bala de fuzil.

Astrônomos dizem que a órbita do P/2010 A2 pode indicar que ele pertence a um grupo de asteroides que seriam fragmentos resultantes de uma colisão ocorrida há mais de 100 milhões de anos. Um fragmento daquela colisão pode ser o asteroide do famos impacto contra a Terra há 65 milhões de anos.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Mais um recorde de distância/tempo (pelo Hubble)

O Telescópio Espacial Hubble identificou pela primeira vez uma população de galáxias compactas a 13 bilhões de anos-luz de distância. Assim o Huble quebrou seu próprio recorde de distância.

As fotos foram tiradas com a câmera infravermelha WFC3 e foram analisados por cinco equipes internacionais de astrônomos. Interpretações preliminares foram apresentadas numa reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS), em Washington reunião.As massas das galáxias representam apenas 1% da massa da Via-Láctea.

As estrelas das quatro galáxias observadas eram bem diferentes do Sol. Eram tão azuis que deviam ser extremamente pobres em elementos pesados.

A WFC3 foi instalada por astronautas do ônibus espacial Atlantis em maio do ano passado e é cerca de 40 vezes mais eficiente que a anterior. Tanto que o Hubble obteve em quatro dias de observação o que levaria quase seis meses para registrar com os instrumentos velhos. Além disso, imagens da mesma região já haviam sido feitas pelo Hubble, mas em luz visível, indo a até 12,7 bilhões de anos-luz de distância.

Uma vez que a luz possui uma velocidade finita, quanto mais longe se olha, mais se olha para o passado. Afinal de contas, quanto mais longe um objeto, mais tempo sua luz vai demorar para chegar.

Assim, se o Big Bang ocorreu entre 13,8 e 13,6 bilhões de anos e estas galáxias estão a 13 bilhões de anos-luz, elas existiram de 600 milhões a 800 milhões de anos após o Big Bang.

Confira um trecho do "Bom Dia, Brasil" relatando a descoberta.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Hubble fotografa as galáxias mais antigas já vistas (de novo…)

Em maio deste ano, astronautas viajaram de ônibus espacial até o HST (Hubble Space Telescope, Telescópio Espacial Hubble) e instalaram uma nova câmara de infra-vermelho. Foi com essa câmera que o HST (em óbita há mais de 19 anos) registrou as galáxias mais antigas já vistas. O anuncio foi feito por cientistas britânicos nesta terça.

Na imagem, os objetos com luz mais fraca e vermelha são galáxias que se formaram na "infância" do Universo, 600 milhões de anos após o Big Bang (ocorrido há 13,7 bilhões de anos). Elas estariam a mais ou menos 13,1 bilhões de anos-luz da gente.

Imagem mostraando o Universo mais profundo e antigo, com luz infra-vermelha, captada pelo Hubble (Foto: NASA e ESA)

As imagens mostram o chamado Campo Ultra Profundo (Ultra Deep Field), que começou a ser estudado há cinco anos.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

35 vezes mais quente que o Sol

Astrônomos da Universidade de Manchester, Reino Unido, descobriram uma das estrelas mais quentes da galáxia, com temperatura 35 vezes maior do que a do Sol. A sua temperatura é superior a 200 mil graus Celsius.

Segundo os cientistas do centro de pesquisas Jodrell Bank Centre for Astrophysics da Universidade, esta é a primeira vez que a estrela, que fica na nebulosa Bug, foi observada e retratada.

"Esta estrela foi muito difícil de ser encontrada porque ela está escondida atrás de uma nuvem de poeira e gelo no meio da nebulosa", disse o professor Albert Zijlstra, da Universidade de Manchester.

Uma das estrelas mais quentes da galáxia, na nebulosa Bug (Foto: Anthony Holloway/JBCA)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Hubble fotografa nascimento de estrelas em M83

A câmera WFC3 (Wide Field Camera 3, Câmera de Campo Amplo 3) foi instalada no Telescópio Espacial Hubble em maio deste ano. Recentemente, ela captou a mais detalhada imagem de nascimento de estrelas.

M83 em imagem recente do Hubble (Foto: NASA, ESA, R. O'Connell (Univ. Virginia), B. Whitmore (STScI), M. Dopita (Australian National Univ.), e comitê de supervisão científica da Wide Field Camera 3)

É uma imagem da galáxia M83 – também conhecida como “Cata-Vento do Sul”. Lá, o processo de formação estelar é mais rápido, especialmente no núcleo, do que o presente na Via-Láctea.

A imagem da WFC3 revela estrelas em diferentes estágios de evolução, fornecendo aos astrônomos informações para pesquisar sua formação.

Também é possível ver os remanescentes de cerca de 60 explosões de supernovas, as explosões de estrelas massivas, podem ser vistas na imagem, cinco vezes mais nítidas do que os registros anteriores.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Hubble - “Looking for Something”, Era

Se você gosta daqueles vídeos do Youtube com uma música de fundo e belas imagens na tela, com certeza vai querer conferir estes aqui. São animações do site SpaceTelescope.org e fotografias feitas pelo Telescópio Espacial Hubble. A trilha sonora é a música “Looking for Something”, do grupo europeu Era.




No vídeo abaixo, a música foi remixada por Darren Tate. Hope you enjoy!

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