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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

BdA: A Morte de uma gigante

Já está no BdA a "Palavra do editor" "A morte de uma gigante". O post fala sobre a explosão de Eta Carinae – um evento de proporção ímpar que pode ocorrer ainda em nossa geração. Alguns parágrafos podem ser complicados, mas os seguintes são mais fáceis de se entender (ou não).

Para acessar, clique na imagem abaixo.

"A morte de uma gigante", BdA, 20/12/2010

Nos próximos dias, vou viajar para a casa da minha avó fazer umas observações. Provavelmente, este é o último post antes do Natal. Então, uma feliz Natal para você!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Hubble bubble

Hoje, a NASA divulgou uma imagem feita pelo Telescópio Espacial Hubble mostrando uma "bolha" de gás remanescente da explosão de uma estrela de grande massa – uma supernova.

SNR 0509 fotografada pelo Hubble (Foto: Hubble / NASA/ESA)

SNR 0509 está á 160 mil anos-luz, na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea. A "bolha" tem 18 anos-luz de diâmetro e se expande a 11 milhões de km por hora.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

ESO fotografa WR 22

Um observatório do ESO (Observatório Europeu do Sul) no Chile registrou uma imagem de WR 22 divulgada hoje. WR 22 é uma estrela incomum – uma estrela de Wolf-Rayet. Ela na constelação da Quilha, próxima a Eta Carinae (tema da próxima "Palavra do Editor"). Vista no centro da imagem, WR 22 fica a 5 mil anos-luz da Terra e teria até 70 massas solares. A estrela pode ser vista a olho nu em lugares favoráveis.

WR 22 (Foto: ESO)

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Hubble clica N11

Uma nova foto do Telescópio Espacial Hubble está entre as mais detalhadas imagens já obtidas de uma nebulosa. O equipamento registrou N11, na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia-satélite da Via-Láctea.

N11 em nova fotografia pelo Hubble (Foto: Jesús Maíz Apellániz, Instituto de Astrofísica de Andalucía) / NASA / ESA)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Herschel fotografa a nebulosa Roseta

A NASA divulgou uma fotografia da nebulosa Roseta e grupos de estrelas em vários estágios de desenvolvimento. A imagem em infravermelho foi obtida pelo Observatório Espacial Herschel.

Nebulosa Roseta fotografada em infravermelho pelo Herschel (Foto: NASA)

A nebulosa está a uns 5.000 anos-luz da Terra é observada na constelação de Unicórnio.

As manchas brilhantes representam embriões de estrelas. No futuro, a massa dessas estrelas será dez vezes maior que a do Sol. Os pequenos pontos próximos ao centro da imagem são embriões menores. E a nebulosa Roseta propriamente dita e seu grupo próprio de estrelas estão localizados à direita.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

NASA divulga imagens para comemorar o 20º aniversário do Hubble

A NASA divulgou imagens históricas do Telescópio Espacial Hubble para comemorar os 20 anos de seu lançamento. Clique aqui para ver uma galeria na FolhaOnline.

A imagem abaixo mostra uma pequena parte de Eta Carina. Uma nuvem de poeira, hidrogênio e plasma onde estrelas se formam freneticamente.

Parte de Eta Carina em foto feita pelo Hubble (Foto via R7)

terça-feira, 6 de abril de 2010

WISE fotografa Nebulosa Alma

A imagem a seguir foi divulgada na segunda-feira pela NASA.

Mosaico da nebulosa Alama feita pela WISE (Foto: AFP PHOTO/HO/NASA/JPL-CALTECH/UCLA)

É um mosaico feitas pela sonda WISE da nebulosa Alma. Ela fica a cerca de 6.500 anos-luz da Terra na constelação Cassiopeia.

sábado, 20 de março de 2010

Imagem 3D mostra interior da M42

Uma imagem divulgada nesta sextapela NASA mostra um cânion de gás e poeira Nebulosa de Órion (Messier 42), a 1.500 anos-luz da Terra.

Vista tridimensional da Nebulosa de Órion, M42 (Foto: G. Bacon, L. Frattare, Z. Levay, e F. Summers / STScI - AURA / NASA)

A imagem foi produzida por especialistas em visualização científica do STScI (Space Telescope Science Institute, Instituto de Ciência de Telescópios Espaciais) em Baltimore (EUA), que criaram um modelo computacional em 3D a partir de registros do Hubble.

A viagem de quatro minutos pelo cânion cobrem os 15 anos que a luz leva para cruzar o sinuoso vale.

A cena faz parte do "Imax Hubble 3D", filme de 43 minutos que estreou nesta sexta nos EUA. Para algumas sequências, os especialistas em imagem do STScI desenvolveram novas técnicas para transformar registros 2D em imagens em 3D.

"Missão de reparos ao Hubble estreia em IMAX 3D", 16/03/2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

ESO divulga nova imagem da Nebulosa Pata de Gato

Nebulosa Pata de Gato (Foto: ESO La Silla-Paranal/E-ELT Press Officer)

O Observatório Europeu do Sul (ESO) divulgou nesta quarta-feira uma nova imagem da Nebulosa NGC 6334, a "Pata de Gato". A nuvem de gás e poeira voi vista pela primeira vez pelo astrônomo inglês John Herschel em 1837 na África do Sul. A NGC 6334 é um dos mais ativos berçários de estrelas da galáxia.

sábado, 12 de dezembro de 2009

A primeira luz do VISTA

O Obresvatório Europeu Austral (ESO) divulgou a primiera imagem feita com o VISTA (Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy, Telescópio de Pesquisa or Luz Visível e Infravermelha para Astronomia), o maior telescópio de pesquisa do mundo.

A imagem mostra a Nebulosa da Chama, ou NGC 2024, em Orion. O núcleo da nebulosa é completamente oculto por poeira para a luz visível. Mas a imagem foi feita utilizando-se raios infravermelhos, assim pode-se ver um aglomerado de estrelas muito jovens no coração do objeto.

Primeira luz do VISTA: Nebulosa da Chama (Foto: ESO)

O campo amplo do VISTA também inclui o brilho refletido da nebulosa NGC 2023, logo abaixo do centro. E há também o contorno vago da Nebulosa da Cabeça do Cavalo (Barnard 3), na área inferior direita. A estrela azul brilhante à direita é uma das três estrelas brilhantes que formam o Cinturão de Orion.

O VISTA foi construído por um consórcio de universidades britânicas, mas passou a ser do ESO em dezembro. Foi o último telescópio a ser instalado no observatório do ESO, no deserto do Atacama, no Chile.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

35 vezes mais quente que o Sol

Astrônomos da Universidade de Manchester, Reino Unido, descobriram uma das estrelas mais quentes da galáxia, com temperatura 35 vezes maior do que a do Sol. A sua temperatura é superior a 200 mil graus Celsius.

Segundo os cientistas do centro de pesquisas Jodrell Bank Centre for Astrophysics da Universidade, esta é a primeira vez que a estrela, que fica na nebulosa Bug, foi observada e retratada.

"Esta estrela foi muito difícil de ser encontrada porque ela está escondida atrás de uma nuvem de poeira e gelo no meio da nebulosa", disse o professor Albert Zijlstra, da Universidade de Manchester.

Uma das estrelas mais quentes da galáxia, na nebulosa Bug (Foto: Anthony Holloway/JBCA)

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